31 Agosto 2008

Há coisas fantásticas

Já lá diziam umas meninas… Estava eu descansada a fazer as tarefas domésticas, neste caso a dobrar as cuequitas, quando reparo nesta frase escrita numas da Mafaldinha. E não é que até acho que é verdade?!

29 Agosto 2008

Mais frequente

É verdade, não tenho ligado muito ao meu blog mas, não foi desleixo. Estive momentaneamente (6 meses) sem computador em casa. É verdade, não sei como sobrevivi. Sem que há net no trabalho e tudo mais, mas estes comodismos em casa sabem sempre bem. Por vezes até me lembrava de vir aqui dizer qualquer coisa mas depressa ficava sem efeito. Agora, finalmente, já tenho o meu brinquedo novo e, a juntar ao velhinho iMac branco (o tal que está emprestado) veio juntar-se o novinho iMac cinza :) São mesmo bonitos! Ainda não me habituei muito bem a este teclado o que faz com que não consiga escrever muito depressa sem dar erros, porque as teclas são tão molinhas que os dedos, por vezes, não carregam no sítio certo. Mas com o tempo vai lá! Sim porque agora no trabalho também vamos ter computadores novos e os teclados são iguais a este! Valha-nos que alguma coisa corra bem…

Agora prometo ser uma presença mais assídua. Espero que não tenham desistido de me ler…

PS-É verdade, este fim-de-semana também vou recomeçar os meus passeios de bicicleta.

08 Agosto 2008

Cartaz censurado


A Associação Francesa de Profissionais por uma Publicidade Responsável censurou um cartaz da campanha nacional contra a sida, que mostra dois homens, despidos numa cama.

A imagem de dois homens a beijarem-se, despidos e deitados, um por cima do outro, numa cama, está a suscitar polémica em França. Trata-se de um cartaz de uma campanha institucional contra a propagação do vírus da sida que acabou por receber o veto da Associação de Profissionais por uma Publicidade Responsável (APPR), por considerar a cena demasiada explícita.

A censura ao cartaz foi considerada absurda pela comunidade homossexual em França, tendo deflagrado uma guerra entre a associação e outras organizações dedicadas à luta contra a sida, tais como a Act Up Paris.

A Act Up Paris acusa a APPR de preconceito, afirmando que os critérios de censura da associação variam conforme os cartazes apresentem casais heterossexuais ou gays.
Segundo um porta-voz da Act Up Paris, não se vê este tipo de medidas, contra cartazes semelhantes, quando os protagonistas são heterossexuais. Pelo que, a organização considera o veto uma afronta à comunidade gay.

Esta organização defende que a campanha continue a ser difundida tanto nos locais frequentados por homossexuais como nos meios de comunicação, e exige que o Instituto Nacional de Prevenção e Educação para a Saúde e o Ministério da Saúde francês condenem o veto da campanha por parte da APPR.
Grupos franceses de gays e lésbicas lamentaram a tendência da sociedade para questionar mensagens que tenham a ver directamente com temas como a homossexualidade ou o vírus da sida, por medo de ferir susceptibilidades.

As organizações de luta contra a sida defendem que o cartaz somente foi censurado por mostrar um casal gay.